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Um filme que parece um drama do cotidiano, mas que se revela totalmente imprevisível. Uma história incomum, Ou talvez mais comum do que eu saiba.
Emma Suárez interpreta a mãe de Clara e Valeria. Separada e já há algum tempo afastada das filhas, ela recebe o telefonema de Clara, pedindo ajuda e fica sabendo que a mais nova, ainda adolescente, está grávida e o namorado tem também apenas 17 anos.
Abril resolve passar uns tempos então na colorida e agradável casa no México, à beira-mar, para dar todo o suporte financeiro e emocional que as filhas estão precisando.
Emma, a atriz espanhola que recebeu o Prêmio Goya de Melhor Atriz pelo seu papel como Julieta, no filme de Almodóvar, é a figura central no filme, tanto como personagem quanto como atriz. Las Hijas de Abril recebeu, merecidamente, o Prêmio Especial do Júri do Festival de Cannes. O longa explora as relações entre mães e filhas, seus sonhos e medos e também a coragem.
Já o diretor, Michel Franco, é o mesmo do excelente Depois de Lúcia. Em 2015, o cineasta mexicano de 38 anos, comoveu Cannes com o seu filme Chronic. Foi o único filme da América Latina na disputa pela Palma de Ouro e provocou um impacto no Festival com uma descrição sóbria, realista e devastadora do fim da vida.
As Filhas de Abril é muito bem conduzido, a tensão é administrada com habilidade e só posso dizer que nos deixa completamente desconcertados.
IMDB: 6,7/ 10
Minha nota: 3,9/ 5
Ficha técnica:
Nome original: Las hijas de Abril
País: México.
Ano: 2017
Direção e roteiro: Michel Franco.
Elenco: Emma Suárez, Ana Valeria Becerril, Joanna Larequi, Enrique Arrizon.
País: México.
Ano: 2017
Direção e roteiro: Michel Franco.
Elenco: Emma Suárez, Ana Valeria Becerril, Joanna Larequi, Enrique Arrizon.


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