Como não ficar com o coração apertado quando a bicicleta de Antonio Ricci ( Lamberto Maggiorani) é roubada?
Depois de acompanharmos a luta que foi pra ele conseguir um emprego, a concorrência e o desespero era muito grande, porque era o período após a Segunda Grande Guerra e a Itália se encontrava destruída. E para preencher a vaga, que dependia que ele se deslocasse de bicicleta, ele teve que mentir que tinha uma. Depois disso, ele e sua mulher tiveram que se desfazer das poucas coisas que possuíam, até mesmo os lençóis onde dormiam, para comprar uma bicicleta. Mas ela é roubada no primeiro dia de trabalho de Antonio.
Como fazer agora? Toda a felicidade, toda a esperança de um futuro melhor para ele e sua família vem abaixo.
Ele pega seu filho Bruno (Enzo Staiola) e com ele esquadrinha toda a cidade de Roma em busca do objeto roubado.
Com ele só não, somos levados nessa busca também, sofremos em cada quarteirão, nos afligimos da mesma maneira, nossos pés estão cansados e estamos com fome, mas estamos determinados a reaver a bicicleta.
A partir daí, a história se desenrola de uma maneira mais dramática ainda, onde somos confrontados com a moral: até onde podemos ir? quem tem razão? quem não tem?
Ladri di biciclette é um filme triste, mas obrigatório e que nos traz além de emoção muita reflexão.
IMDB: 7,5/ 10
Filmow: 4,4/ 5
Filmow: 4,4/ 5
Minha nota: 4,5/ 5
Ficha técnica:
Nome original: Ladri di Biciclette
País: Itália
Ano: 1948
Direção: Vittorio De Sica.
Roteiro: Vittorio De Sica e outros
Elenco: Lamberto Maggiorani, Enzo Staiola.

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