Beto é um biólogo solitário que mora na Patagônia e tem como "família" as orcas e os lobos marinhos. Ele esconde um segredo.
O lugar é paradisíaco, as fotografias são de tirar o fôlego, dando uma paz sem fim.
Sua solidão é quebrada com a chegada de Lola, uma espanhola, e seu filho autista de 11 anos.
Lola veio atrás de uma esperança. Seu filho não reage a nada, mas ao ver um documentário sobre Beto e as orcas mostrou pela primeira vez interesse.
A princípio, Beto não os recebe bem, acostumado que estava à sua rotina. Mas aos poucos os três vão se apegando.
Muito se tem falado sobre terapia com os golfinhos e os seus benefícios. Encontros com golfinhos evocam uma profunda resposta emocional e suscitam a libertação de emoções e sentimentos.
Beto, de início relutante, aceita trabalhar com as orcas e o menino. Mais que isso, começa a se criar um tipo de relação pai-filho, de que os dois são carentes.
Lola (Maribel Verdú, de "E sua mãe também") também parece pertencer àquela zona de conforto onde já se acostumou com a solidão e prefere-se não mexer com ela para não sofrer de novo.
O filme é muito lindo e envolvente, mas o final me deixou bem na dúvida, tive que fazer diversas pesquisas sobre o verdadeiro Beto e também foi motivo de diversos debates. Embora eu depois tenha chegado a uma conclusão, já que o filme é baseado em uma história real. Mas se não fosse, digamos que o final não me convenceu muito.
Sua solidão é quebrada com a chegada de Lola, uma espanhola, e seu filho autista de 11 anos.
Lola veio atrás de uma esperança. Seu filho não reage a nada, mas ao ver um documentário sobre Beto e as orcas mostrou pela primeira vez interesse.
A princípio, Beto não os recebe bem, acostumado que estava à sua rotina. Mas aos poucos os três vão se apegando.
Muito se tem falado sobre terapia com os golfinhos e os seus benefícios. Encontros com golfinhos evocam uma profunda resposta emocional e suscitam a libertação de emoções e sentimentos.
Beto, de início relutante, aceita trabalhar com as orcas e o menino. Mais que isso, começa a se criar um tipo de relação pai-filho, de que os dois são carentes.
Lola (Maribel Verdú, de "E sua mãe também") também parece pertencer àquela zona de conforto onde já se acostumou com a solidão e prefere-se não mexer com ela para não sofrer de novo.
O filme é muito lindo e envolvente, mas o final me deixou bem na dúvida, tive que fazer diversas pesquisas sobre o verdadeiro Beto e também foi motivo de diversos debates. Embora eu depois tenha chegado a uma conclusão, já que o filme é baseado em uma história real. Mas se não fosse, digamos que o final não me convenceu muito.
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| Joaquin Furriel, Maribel Verdúm e Beto Bubas, durante as filmagens de El Faro de Las Orcas. |
IMDB: 6,9/ 10
Minha nota: 3,5/ 5
Ficha técnica:
Nome original: El Faro de Las Orcas)
Outros nomes: The Lighthouse of The Whales
País: Argentina/ Espanha
Ano: 2016
Direção: Gerardo Olivares
Elenco: Joaquin Furriel, Maribel Verdú, Quinchu Rapalini.
Minha nota: 3,5/ 5
Ficha técnica:
Nome original: El Faro de Las Orcas)
Outros nomes: The Lighthouse of The Whales
País: Argentina/ Espanha
Ano: 2016
Direção: Gerardo Olivares
Elenco: Joaquin Furriel, Maribel Verdú, Quinchu Rapalini.
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| O verdadeiro Beto Bubas,: "Com vinte anos e um sonho em mente, decidi estudar Biologia Marinha". |



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