Nossa, que filme mais louco e mais lindo, mais bizarro e poético ao mesmo tempo...
Fala sobre a solidão...
sobre a rejeição...
a solidão de viver só
a solidão de ser diferente
a solidão de um segredo inconfessável
a solidão de ser abandonado
Fala sobre como as convenções
podem ser colocadas acima dos sentimentos.
Fala sobre o medo.
Sobre o amor, um amor que pode ser tão grande
que transforma o medo em entrega
Um amor tão grande que transforma
seu maior desejo em renúncia
Um amor tão grande
que vira uma dança...
O filme conta a história de Ana que contrata uma pessoa, Clara, para cuidar do bebê que está esperando. Ana vive sozinha e Clara também é uma pessoa solitária, ela está sem emprego e devendo o aluguel do seu quartinho, então o emprego vem a calhar, já que precisa dormir no apartamento. Mesmo antes do filho de Ana nascer, a jovem grávida precisa de cuidados, principalmente de companhia e amor. Clara vai se ver envolvida numa estranha relação, que vai modificar a sua vida para sempre!
Uma espécie de fábula que vai mostrar que "as boas maneiras" passam muito longe pelas regras de etiquetas e são mais ditadas pelo coração.
E eu paro por aqui, porque o filme deve ser uma descoberta do espectador, mas infelizmente a maioria das críticas está entregando a história, o que tira muito do sabor, até o poster é um spoiler.
Os diretores conseguiram com muito talento e criatividade juntar vários gêneros de uma forma muita harmoniosa. Além da direção, ainda são responsáveis pelo roteiro. Uma grata surpresa!
IMDB: 7/ 10
Filmow: 3,6/ 5
Minha nota: 3,7/ 5
Ficha técnica:
Nome original: As Boas Maneiras.
Outros títulos: Good Manners, Les Bonnes Manières.
País: Brasil, França.
Ano: 2017
Direção: Juliana Rojas, Marco Dutra.
Roteiro: Juliana Rojas, Marco Dutra.
Elenco: Marjorie Estiano, Isabel Zuaa, Miguel Lobo, Cida Moreira.

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